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Dente do Siso

Siso dente

       O siso e a dor do dente, que está nascendo. Prevenção. Extração do incluso ou impactado. 50 anos. Cirurgia: cuidados antes e depois. "Quando devemos tirar ou manter?" O que é alveolite? O siso pode causar, "sintomas de disfunção da ATM ou DTM"?

 

      " Saiba que a extração tardia, dos dentes do siso, pode levar, a diversos sintomas e problemas".

 

O que é a palavra siso? Seu significado.

 

       Significa juízo - Por isso que falam, quando se extrai o dente do siso, as pessoas dizem, que ela vai perder o “juízo”. Ciso, vem do verbo cisar - que quer dizer cortar, separar e não tem relação, com o siso. Mas, popularmente, esse termo é utilizado, para indicar o dente do siso.

     Os terceiros molares, (conhecidos como dentes do siso, ciso ou do juízo), que são em número de quatro, encontra-se atrás, dos últimos dentes, era, segundo os estudiosos, muito importante na época em que o homem, tinha uma vida selvagem e comia alimentos mais duros e crus. Hoje, com a alimentação moderna, que é mais macia, eles não são necessários. Em muitas pessoas, os sisos, nem se formam.

 

Problemas, que podem ocorrer, "antes ou após a extração ou devido a remoção tardia", dos dentes do sisos:

 

Sintomas, no dente do siso:

 

       Saiba que a dor, na região do dente (gengiva, dor no ouvido, garganta, por exemplo), causado pelo siso, podem levar a “limitação de abertura da boca”, inflamação, inchaço e abecessos (formação de puz - podendo limitar a abertura, da boca), cáries e problemas gengivais (como bolsas gengivais, podendo levar a canal dentário, perda de outros dentes, por cáries ou mobilidade, nos dentes vizinhos, devido aos sisos).

     Oba: A extração tardia do siso pode causar, também, "desalinhamento dos dentes", maior dificuldade, na remoção do siso (o osso fica mais duro, com a idade e piora a reparação, da área alveolar, devido à idade), podendo causar, também, estalos e disfunção na articulação (ATM ou DTM), dores de cabeça (enxaqueca ou cefaleia) ou tonturas ou vertigens (labirintite ou labintopatia), entre diversos outros, sintomas.

       Nem todas as pessoas apresentam, os terceiros molares, ou podem ainda não apresentarem, todos os quatro (ou terem, mais de 4, sisos - chamados de “dentes supranumerários”). Porém quando apresentam, "geralmente eles encontram-se fora de posição", devido a falta de espaço, para o seu nascimento. Por isso, os dentes do siso, acabam por, "causar dor" ou empurrar os dentes vizinhos, fazendo com que os mesmos, entortem todos os outros”. Alguns pacientes, quando tem quartos molares, podem apresentar em tamanho normal ou serem microdentes  (dentes pequenos).

 

As causas de dor, no dente do siso:

 

       É possível que em alguns casos esses dentes nem cheguem a nascer, ficando assim inclusos ou apareçam só uma parte, chamado de semi inclusos e, também podendo ficarem impactados (travados), nos dentes vizinhos ou no próprio osso. Esse dente, por ser de difícil higienização e ele pode nascer com falhas, na sua formação (no esmalte - hipoplasia) e facilmente, poderá ser acometido por cárie e gerar problemas gengivais, dor e inchaço, devido a facilidade de reter os alimentos, podendo comprometer também, os dentes vizinhos, podendo levar a ter que fazer canal ou mesmo a perda, desses dentes.

     Quando fica semi erupcionado, o dente do siso, pode inflamar o tecido (capuz pericoronário), que pode cobrir parcialmente os dentes, quando eles estão nascendo, inflamação essa, chamada de “pericoronarite”.

     Isso pode provocar dores, bastante fortes, no local, do dente que pode irradiar, para os outros dentes, para a cabeça, levando, em alguns casos a limitação de abertura, da boca e dificuldade de mastigar os alimentos,  exigindo atendimento profissional emergencial, para remoção dessa dor e sintomas. Também, esses dentes, estão em um lugar de difícil higienização, favorecendo ao acumulo de alimentos e ao aparecimento de cárie.

 

Inflamação na gengiva e está inchado, o rosto ou o local do dente do siso, parcialmente exposto (periocoronarite). Sua causa.

 

       Quando esse dente ou outros dentes molares nascem parcialmente, pode ficar um pedaço de tecido gengival, cobrindo parcialmente esse dente (chamado de capuz pericoronário), levando a uma inflamação desse tecido (chamada de periocoronarite), pela entrada de alimentos, por baixo dele. Isso pode causar dor, que pode piorar ao articular, os dentes.

       Também esse problema, pode ser causado, pelo dente do siso antagonista que, por extrusão, acaba “mordendo” esse tecido da gengiva, que está cobrindo parciamente, o dente do siso. Isso faz que esse tecido, “fique mais inchado”, aumentando seu volume, “pela oclusão do dente oposto ao morder”, por consequência, aumentando a dor.

       Nesse caso é feito, entre outras procedimentos, a limpeza por irrigação, como uma seringa com agulha, por debaixo desse tecido e colocação de uma tira de borracha (pode ser de uma pequena tira, de lençol de borracha, utilizado para tratamento de canal), para manter a drenagem, do local, desgaste ou a remoção, do dente antagonista, e esse dente, se for o caso. A remoção desse tecido (ulectomia), quando vamos aproveitar, esse dente, pode se indicado.

 

Quando devemos manter ou remover, esse dente?

 

      Você sabia, que em muitos casos, por não ter espaço para nascerem, os dentes do siso "podem empurrar e desalinhar ou outros dentes", provocando problemas de má oclusão dentária e diversos outros sintomas. Assim sendo, "nos casos dos dentes do siso incluso, semi incluso ou impactados", eles "devem ser removidos".

       Deve-se verificar a possibilidade de removê-lo, se não tiver seu antagonista ou se está fora de posição "mesmo antes de pensar em correção de dentes tortos, com a colocação de aparelho ortodôntico fixo", para evitar prejudicar a correção, desses dentes e evitar complicações, se for removido, tardiamente.

       Obs.: chamamos de dentes inclusos ou impactados, quando alguma coisa, como um cisto (como um cisto dentígeno), osso muito compacto, dentes vizinhos ou principalmente falta de espaço, impediram o nascimento normal desses dentes. Esse problema pode acontecer, com qualquer dente.      

       Obs.: O ideal para remoção do dente do siso é quando, 1/3 das raízes, estão formadas, indepedente da idade, (a formação desse dente, pode acompanhada, periodicamente, através da radiografia panorâmica).  

      A idade ideal, para avaliarmos e acompanharmos a evolução (através da radiografia panorâmica) dos dentes do sisos, é por volta de 16 ou 17 anos, pois o aumento natural da dureza do osso, que ocorre com o decorrer da idade e características anatômicas da formação da raiz e posição em que se encontram os dentes do siso, poderão dificultar a sua remoção, entre outros problemas, que podem causar, se essa cirurgia for feita, tardiamente.

       Nos casos de pacientes muitos jovens, em que os sisos ainda não formaram 1/3 de suas raízes, quando for necessário, pode-se remover o dente, quando a coroa já estiver formada: a sua remoção é mais difícil, devido a essa coroa ficar dentro de um tecido, chamado capuz ou saco pericoronário e, ao forçar para remover essa coroa, ela acaba rodando, pois não ter ainda o apoio proporcionado pela raiz, no osso.

       Os sisos, que não possuem apoio, nos dentes da arcada oposta a ele, podem estruir (crescer) e distalizar (afastar dos dentes vizinhos), podendo levar a cáries e problemas periodontais, por facilitar a retenção de alimentos. “Não se deve, nesse caso, tratar o canal ou fazer coroa nele ou obturar esse dente”. Eles devem ser removidos, para evitar um problema maior.

       Só mantemos, se o dente do siso estiver nascido e em posição e com seu antagonista (o dente superior ou inferior). Também devemos manter, no caso do siso estiver ocluindo com outro dente (segundo molar, por exemplo) ou na ausência de dente vizinhos a ele ou para ser usado como suporte, de uma prótese fixa.

       Há casos, que mesmo o siso esteja ocluindo e em posição, pode ser indicado a sua remoção, quando há indicação, para o uso de aparelhos ortodônticos.

         É possível saber, através de uma radiografia panorâmica, antes mesmo deles eclodirem (nascerem), se a pessoa vai ou não tê-los e quantos serão, se causarão algum problema, se podem permanecer ou se precisar removê-los.

      Para isso o paciente deverá realizar, exames radiológicos (Rxs panorâmico ou tomografia), afim que se possa diagnosticar, a presença dos mesmos e a sua relação, com os órgãos vizinhos, como dentes, nervo alveolar inferior e cavidade sinuzal.

       É importante que o diagnóstico seja precoce e o estudo da necessidade ou não, da remoção dos dentes do siso, seja feito, quanto mais jovens for o paciente. O nascimento dos dentes dos sisos é por volta de 17 a 20 anos de idade mas, é possível ter antecipação ou retardamento do nascimento desses dentes, devido a variações genéticas.

       Os siso, que não apareceram, por estarem inclusos ou impactados, podem nascer com mais idade e trazer mais complicações. Nesse caso essa erupção se da, não pela formação da raiz mas, sim pela mastigação dos alimentos, que causa a reabsoção do osso e gengiva, acima desse dente, expondo o dente do siso.

 

Exames radiográficos: Radiografia panorâmica e tomografia.

 

       Para perfeita visualização do posicionamento dos dentes e órgãos anexos, como dentes vizinhos, posição do nervo alveolar inferior, proximidade da raiz do dente do siso com a cavidade sinusal, por exemplo, a radiografia mais indicada é a radiografia panorâmica, imagem abaixo.  

   

siso, dente do siso e extração. Radiografia panorâmica

      

Radiografia Panorâmica

       Também através desse tipo de radiografia, podemos também, visualizar anomalias, como um cisto odontogênico (cisto esse, originado da formação do dente). Obs.: o cisto é uma lesão benigna, composta de uma membrana em forma de um balão, com líquido no seu interior. Seu crescimento é lento e pode levar vários anos, para ser notado.

       Podemos encontrá-los, através de uma radiografia; ou se ele tiver atingido um volume muito grande - através da palpação (choque de retorno) ou até quando ele provocar uma fratura óssea, pois, normalmente o cisto é indolor.

 

Tomografia computadorizada:

 

       A tomografia, nos permite, através de cortes radiograficos da mandíbula ou da maxila, para sabermos ao posicionamento do siso e a forma da raiz, e a  relação, com nervo alveolar, na mandíbula e a cavidade sinuzal, na maxila.

       O nervo alveolar inferior, em alguns casos, pode estar sendo "abraçado", pela raiz do siso, podendo causar uma lesão no nervo, na cirurgia de extração do dente do siso, se esse problema, não for visualizado antecipadamente.

       Algumas pessoas (em raros casos), além dos terceiros molares, podem ter também, quartos molares (chamados de supranumerários), podendo chegar a 8 dentes do sisos.

       Também, existe casos em que, mesmo que esse dente, ter nascido em posição, assim como seu antagonista, temos de remove-los, para evitar perda do dente vizinho, por falta de apoio, por levar a problemas periodontais. Na figura abaixo pode-se observar falta de ponto de contato dos dentes do sisos, com os seus vizinhos (segundo molares) causando, com isso retenção de alimentos (impacção alimentar), reabsorção óssea e, podendo, com isso levar a perda do segundo molar, por problemas periodontais.

       OBS: A falta de contato do dente antagonista (o dente que articula, com o ente oposto), quer por ter sido removido ou por ausência ou por estar fora de posição, pode causar extrusão e/ou distalização do dente, podendo também, gerar diastemas (espaço entre os dentes) e problemas periodontais. Isso pode acontecer, não só com os dentes do sisos, mas também, com outros dentes.

        Além das radiografias panorâmicas, em alguns casos podem ser utilizados outros tipos ou técnicas radiográficas, quando temos dúvidas, quando ao posicionamento correto de um dente do siso ou de um supranumerário, por exemplo, na sua relação com os dentes vizinhos ou órgãos anexos. São as tomografias (que são cortes radiográficos transversais).

       Na arcada superior por exemplo, também é utilizado a técnica de Clark, que consiste em duas tomadas radiográficas com variação de angulação horizontal, facilitando a visualização do supranumerário, por vestibular ou palatino.

       Para a mandíbula, é usado dois procedimentos distintos: um especificamente para a região dos terceiros molares (para inclusos e impactados ou semi impactados) chamado de Margareth Donovan e o outro para as demais regiões, denominado de Miller - Winter.

       Tais procedimentos são obtidos através de duas tomadas em ângulo reto, ou seja, uma periapical convencional e outra usando o filme periapical, só que com incidência oclusal (a de Donovan, a oclusal é feita com o paciente de boca aberta, ao passo que na de Miller-Winter, o filme é mantido na boca através da oclusão). Os procedimentos para mandíbula, nos permitem uma visualização direta da localização do incluso ou supranumerário.

 

Como é feita a cirurgia? 

 

       Nas cirurgias de extração dos dentes do siso ou qualquer outro dente, normalmente são utilizados instrumentos cirúrgicos, como o cinzel e martelo, que traumatizam e estressam o paciente, devido ao barulho e a impressão que causa (de que a cabeça esta “implodindo”), quando esses instrumentos são utilizados. As técnicas utilizadas por nós, para remoção dos sisos, evitam praticamente o uso desses instrumentos. Utilizando mínimo esforço para remoção desses dentes, junto de outras medidas de proteção, reduz-se o estresse do paciente e problemas nas articulações temporomandibulares ATM.        

       A cirurgia para remoção, depende inicialmente de uma série de medidas preparatórias, que são efetuadas, antes a após, o procedimento cirúrgico.

       As medidas que antecedem a cirurgia são: a anamnese (questionário, sobre a saúde do paciente), exame clínico oral e radiológico do paciente e medicações pré operatórias (antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios e calmantes, se necessário).

      Na cirurgia para remoção desses dentes, assim como para os diversos outros tipos de cirurgia oral, compreende:

       1) O preparo da sala cirúrgica, da paramentação, do campo operatório, da anestesia tópica (anestesia tópica - pomada anestésica), da anestesia infiltrativa (normalmente, feita na arcada superior, devido o osso ser, mais poroso) ou troncular (arcada inferior, pois o osso da mandíbula, é mais compacto).

       2) Da incisão, do descolamento do tecido gengival e do tecido que reveste o osso (periósteo), osteotomia (remoção do osso que recobre o dente), odonto secção (corte do dente, em partes, para facilitar, a sua remoção), remoção do dente, osteoplastia (arredondamento, das bordas do osso do alvéolo – cavidade) curetagem - para remover os restos de osso e pedaços de dentes, que porventura possam estar dentro da cavidade.

       3) Sutura (pontos), que normalmente "são removidos, após 7 dias, da extração".

 

Após a extração ou outros tipo de cirurgia, na boca (sempre com orientação do dentista), o que fazer?

 

       As orientações pós operatórias, visam prevenir e reduzir os problemas, que possam ocorrer, durante a fase de recuperação tecidual, da região que foi operada. Problemas esses como: hemorragias, edemas (é normal ocorrer inchaço - chamados de edemas, após a cirurgia). Manchas rochas, também são normais.

       Normalmente é recomendado no pós operatório da extração do dente do siso e de qualquer outra cirurgia bucal, "a ingestão de alimentos líquidos, frios ou gelados", nas primeiras 24 horas e depois vai aquecendo e espessando, no segundo dia em diante, não fazer bochechos e nem ficar cuspindo. Bolsa de gelo - um saco plástico com gelo dentro - (pode passar um creme ou vaselina no rosto: 15 minutos cada hora, nas primeras 6 horas), além das medicações pós operatório.

Problemas que podem ocorrer, depois da extração:

       O que é Alveolite? Esses problemas podem ocorrer, em cerca de 20% das cirurgias, para extração dos dentes inferiores (nos dentes superiores é mais raro) e é chamado de alveolite. A causa pode ser, pela saída do coágulo e entrada, de alimentos na cavidade ou o organismo, está tentando eliminar, um pequeno pedaço de osso.

       Para esse problema, o paciente tem que voltar para o dentista, afim de que ele possa lavar a cavidade, para remover todos os restos alimentares ou um pedaço de osso, que o organismo, possa estar tentando expulsar (ou se for o caso, fazer uma osteoplastia - arredondamentos das bordas do alvéolo) e colocação de um medicamento, na cavidade alveolar, para reduzir a dor e ajudar, na cicatrização.

       Com o tempo, nessa cavidade, vai se formado um tecido, de dentro para fora (é chamada de cicatrização por segunda intenção) e os alimentos, não ficam mais retidos.

       A dor vem dos restos alimentares, que entram na cavidade e acabam fermentando e irritando as terminações nervosas, do osso.

       Normalmente é tratado com fisioterapia com laser infra vermelho e medicamentos, com orientação do profissional. É importante que o tratamento da parestesia, seja feito o mais breve possível, para um melhor resultado. Alguns pacientes, na primeira aplicação, do laser infra vermelho, já nota uma redução do adormecimento. Nota-se, com a continuidade do tratamento, o paciente começa a sentir, uma sensação aveludada ou pequenos choques, na região que ele sente, do adormecimento.  

Siso, extração: Parestesia e laser

 

Parestesia, adormecimento ou sensação que a anestesia, não desapareceu, após a cirurgia do siso: 

 

       O nervo, só de tocar nele, causa parestesia (adormecimento). A recuperação depende do grau da lesão. Quando o adormecimento é na língua, o ramo, do nervo trigêmeo, afetado é o lingual. Quando é o lábio inferior é o nervo, alveolar inferior. A recuperação, pode ser lenta e levar, até um ano ou mais. Ao lado, aparelho de laser utilizado em conjunto com medicamentos, para auxiliar na recuperação do nervo lesionado.

 

O siso e a influência desse dente,  no aparecimento dos sintomas da ATM ou DTM: 

 

       Muitos pacientes nos perguntam, se "os dentes do siso, podem causar sintomas e disfunção na ATM", como dor de cabeça (enxaquecas, cefaléias ou migraneas), tontura, vertigem ou zumbido no ouvido (labirintite ou labirintopatia), enjoos ou dores reflexas no ouvido, pescoço, ombros, entre outros sintomas. Dependendo do caso, "se eles estão se formando ou extruiram, por falta do dente antagonista" ou mesmo devido a cirurgia de remoção do siso (ao usar muita força ao remover, esse dente), pode levar o paciente a ter sintomas, com essa origem mas, normalmente, mesmo nesses casos, "não é só removendo eles", que podemos ter melhoras desses sintomas, "pois os dentes, já podem já terem saído da posição de conforto".

 

Exemplo de perguntas, frequentemente efetuadas:

 

       É possível tirar os quatro dentes, de uma só vez?

       É possível sim. Isso depende da posição dos dentes, do tempo de cirurgia e, principalmente, das condições físicas e a vontade do paciente, em passar por um só ato cirúrgico (se tirar , um de cada vez, teria de tomar todos os medicamentos, de novo, inclusive o antibiótico).     

 

       Nós estamos localizados em São Paulo, capital. Desde 1954 dedicados, a cirurgia do siso, remoções de cistos, apicectomias (cirurgia para remoção de uma parte da raiz), cirurgia de remoção do freio (frenectomia) ou bridas, aprofundamento de sulco (para aumentar a retenção, das dentaduras), cirurgia periodontal, entre outras cirurgias.

       Atendimento, por telefone: (011)22964943 ou (011)2092-6159 para esclarecer suas dúvidas, orientações ou caso deseje agendar um horário, para melhor podermos avaliar os seus sintomas. Teremos grande prazer de ajudá-lo.

       Atendimento por E-mail: jjbresp@uol.com.br -Coloque, se desejar também, o seu telefone e o nome de sua cidade. Retornaremos o mais breve possível.

 

Consultório Dr. Luiz Barros.
Prof. Dr. JJ Barros
(
-50 anos-)

Rua Miguel Venditi 56 - São Paulo - capital
Cirurgias. Pioneiro no tratamento da ATM
Site: http://www.atm-cjb.com.br

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