Botox e Dor. Problemas com o seu uso

      Um estudo britânico questiona os efeitos do Botox (toxina botulínica) para o tratamento da enxaqueca crônica. No Reino Unido, nos Estados Unidos e em outros países como o Brasil, o uso da substância, muito comum em tratamentos estéticos, é liberado para aliviar essas dores de cabeça, com a aplicação de injeções em pontos da cabeça e do pescoço.

         Mas o estudo, publicado no Drug and Therapeutics Bulletin, afirma que os testes clínicos com o tratamento concluíram que o Botox apresenta "evidência limitada de benefícios" contra as dores de cabeça.

      Entre 1% e 10% dos voluntários que receberam as injeções de Botox descreveram efeitos colaterais dolorosos ou desconfortáveis, incluindo espasmos musculares, coceiras e urticária. De acordo com a pesquisa, o composto pode provocar, “uma piora, dos sintomas de dor de cabeça” em até 10% dos usuários. Também, pode provocar, “micro lesões nos músculos”, ter que aplicar, cada 6 meses e é de custo alto. O estudo indica ainda, que é impossível determinar, se o uso do “ Botox”, traz outros riscos.

      Mas pesquisas feitas no Brasil apontam para o contrário. Pesquisadores brasileiros dizem que injeções da toxina botulínica do tipo A aplicadas a cada quatro meses nas regiões da testa (frontal), têmporas (temporal), atrás da cabeça (parietal) e no pescoço (occipital) conseguiram diminuir as dores até extinguí-las em poucos dias.

      Isso porque o Botox contém a toxina do botulismo que, ao ser injetada em pequenas doses, paralisa o músculo e evita sua contração, eliminando os focos de dor. Seu uso para fins médicos e estéticos foi aprovado há 20 anos nos Estados Unidos.

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Consultório Dr. Luiz Barros.
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